Floresta cresce na escola

Os espaços verdes, nomeadamente os jardins e canteiros, embora abundantes na escola Stuart Carvalhais, são pouco utilizados e cuidados. Criar elos de ligação entre a comunidade escolar e esses locais é, na opinião dos alunos contatados pela OJ, fundamental para aumentar o seu uso, proporcionando uma maior ligação da comunidade escolar ao meio ambiente.

“Nas escolas secundárias da Freguesia de Massamá e Monte Abraão existem múltiplos espaços verdes, jardins e canteiros que acabam por conferir um ar mais naturalista, saudável e esteticamente agradável a essas escolas. Mas muitos estão votados ao abandono”, denuncia um estudante da Stuart, salientando que talvez essa seja uma das razões para “a comunidade escolar, no geral, não utilizar muito tais locais”.

E a OJ lança a questão: será que podemos fortalecer as ligações das pessoas na escola com os espaços verdes, e, assim, aumentar o seu uso e aproveitamento?

Consideramos que com a colaboração de todos, com alguma organização e criatividade podemos avançar com a criação de clubes e grupos de jardinagem e limpeza de espaços verdes; de exploração da fauna e da flora das áreas verdes da nossa escola, ou aumentar as atividades práticas relacionadas com o meio ambiente e com os ecossistemas a realizar durante as aulas.

Não podemos é permitir que a Stuart, por exemplo, se transforme numa floresta e que o seu exterior seja um depósito de lixo, como ameaça a sua zona norte (como ilustram as fotos). 

Miguel Ferreira

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