Eixo Verde e Azul vai beneficiar Monte Abraão

Arrancaram as obras da primeira fase da obra do Eixo Verde e Azul, estando já em construção, desde o passado mês de Abril, um anfiteatro, na encosta existente no final da Avenida D. António Corrêa de Sá Visconde D’Asseca, em Monte Abraão, junto à estação da CP de Queluz/Belas. A obra enquadra-se no troço de Sintra daquele Eixo, que vai incidir no rio Jamor e afluentes, num percurso com cerca de 4,5 quilómetros.

O troço de Sintra, a 1ª fase da obra, no valor de cerca de dois milhões de euros, tem um prazo de execução de 12 meses para a empreitada, e de três anos para a manutenção dos espaços verdes.

Para Basílio Horta, que já visitou a zona onde as obras começaram, o Eixo Verde e Azul “concretiza a estratégia integrada de requalificação do rio Jamor e das suas margens, da nascente à foz, aumentando a oferta de espaços verdes, e vai assim contribuir para a melhoria da qualidade de vida e dos espaços das cidades”.

No dia da visita, o autarca sublinhou “que Sintra é o primeiro concelho onde já começaram as obras e salientou que “o Eixo Verde e Azul se insere numa estratégia integrada de intervenção destinada a criar e consolidar um eixo ecológico, que vai atravessar os concelhos da Amadora, de Oeiras e Sintra. A obra vai requalificar espaços actualmente sem qualquer fruição para a população.
A empreitada inclui a construção de um percurso pedonal e ciclável entre a freguesia de Belas e a fronteira do concelho de Oeiras, estando prevista a sua extensão até ao mar. Terá uma ligação com a ciclovia que já liga Agualva a Massamá e que foi inaugurada no passado mês de Junho.

Projecto apresentado em 2016
O Eixo Verde e Azul foi oficialmente apresentado em Novembro de 2016. Na altura a Câmara de Sintra anunciou a criação de um eixo ecológico que vai atravessar três concelhos (Amadora, Oeiras e Sintra) e requalificar toda a bacia hidrográfica do rio Jamor e ainda a área circundante do Palácio Nacional de Queluz.

Este projecto representa um investimento total de 11 milhões de euros e prevê-se que venha beneficiar 60 mil pessoas residentes na área de influência do rio Jamor e da ribeira de Carenque.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *