Câmara fecha sede do Grupo 93 dos Escoteiros

Após ter sido feita uma vistoria municipal que não garantia a segurança do edificio da antiga cadeia de Sintra, no dia 16 de Dezembro a chefia do grupo 93 de forma a garantir a segurança dos jovens, decidiu trancar os portões azuis a cadeado.

No dia 17 de Dezembro foi afixada a nota de notificação de despejo administrativo, justificando as causas para o encerramento do edifício, tais como: Necessidade de reparação das escadas, substituição de vidros, reparação da clarabóia central e indicação que a estrutura corre riscos de colapso, segundo as informações descritas no relatório feito durante a vistoria ao edifício. Os escuteiros do Grupo 93 têm efectuado várias campanhas de forma a angariar donativos para poderem fazer a manutenção do edifício. O grupo tem contado também com algumas ajudas da Câmara de Sintra, em anos anteriores.

No entanto, na última década, segundo fontes citadas pela Lusa, foram feitos vários pedidos pela chefia do grupo à Câmara de Sintra para serem efectuadas obras de manutenção no edifício, mas nada aconteceu.

Basilio Horta disponibilizou uma “casa temporária” no Parque da Liberdade, enquanto as obras estiverem a decorrer.

Sendo que a Antiga Cadeia Comarcã é um edifício público e que os escoteiros não têm fins lucrativos, mas sim um princípio educacional e cívico a Câmara irá assumir as obras.

O edificio foi cedido por um período de 50 anos ao grupo 93 da AEP, sendo que este tem feito de tudo para a sua manutenção. Assim como como tem trabalhado na manutenção e conservação do Parque de Sintra.

Restam 15 anos de cedência do antigo edifício da prisão, mas a incógnita permanece quanto ao tempo que demorarão as obras.

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